sábado, 24 de janeiro de 2009

Alguns ídolos do rock nacional sobre a Jovem Guarda

No livro 'Almanaque da Jovem Guarda' há alguns depoimentos de artistas atuais sobre a Jovem Guarda. Realmente achei legal isso, por isso vou reproduzir alguns aqui:

"Minha mãe sempre ouviu muito Erasmo, Roberto, Wanderléa. Ela tem os discos até hoje. Então eu acabava escutando em casa. Esses caras ajudaram a formar todo o som que a gente tem hoje. Eles foram os primeiros pilares do rock aqui no Brasil.”
(Pitty - cantora e compositora)

"Só o fato de a Jovem Guarda ter alimentado o povo brasileiro durante mais de duas décadas ininterruptas de alegria, esperançe e um formato próprio de gostar e acreditar, jé é um serviço pátrio. Acho que todos eles, coletiva e individualmente, mereciam estátuas públicas de bronze. Viva a Jovem Guarda.”
(Lulu Santos - guitarrista, cantor e compositor)

“A Jovem Guarda hoje é muita coisa. Foi o início das duas trajetórias brilhantes do Erasmo e do Roberto Carlos, como artistas e compositores, e isso é determinante para todo o rumo da história da música popular brasileira. Não consigo dissociar o Erasmo do Roberto. Não porque não tenham carreiras independentes, mas porque o trabalho em conjunto deles é talvez a coisa mais importante que existe para quem, assim como eu, tenta fazer música.”
(Nando Reis - cantor, compositor e músico)

"A Jovem Guarda para mim era a música e não o programa. Aquele movimento era uma espécie de beatlemania brasileira. A formação de uma linguagem de rock brasileiro começou com a Jovem Guarda."
(Roberto Frejat - guitarrista, compositor e vocalista do Barão Vermelho)

“A Jovem Guarda, para mim, representa o começo de tudo. Foram os primeiros roqueiros brasileiros, que deram origem a imensas possibilidades. São os pioneiros, merecem todo o crédito por terem inventado o rock brasileiro. Quando me perguntam o que eu acho da Jovem Guarda estar fazendo uma turnê comemorando os 40 anos, considero natural. Eu acho que todo mundo deveria ter carreiras longas. Alguém que teve uma importância tão grande para a música popular brasileira não deve se aposentar. Vão para a estrada! Vocês ainda têm sangue para dar.”
(Dinho Ouro Preto- cantor e compositor do Capital Inicial)

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