terça-feira, 17 de março de 2009

Mais que amigas... Irmãs!

Esse é o título de uma comunidade do orkut e que descreve exatamente o que somos. Hoje faz 3 anos que conheci a Marina, coincidentemente no dia do aniversário dela. Nos conhecemos no curso de inglês (o curso me valeu só pelos amigos que fiz lá, ODEIO INGLÊS!), e antes mesmo das apresentações da turma já estávamos no maior papo (o que fez muita gente pensar que já nos conhecíamos, o que não é verdade). Deixa eu explicar. Nenhuma de nós duas é dada a se enturmar tão depressa, quer dizer, esperavámos (pelo menos eu esperava) conversar com alguém só na metade da aula, afinal ínicio de aula fica todo mundo na sua, meio nervoso e tal. Pois o que nos fez conversar tão rápido foi o Grêmio, isso aí, nosso amor ao tricolor gaúcho nos fez conversar, é uma história meio longa, outra hora eu conto aqui no blog...

Na hora das apresentações descobrimos muitos outros gostos em comuns o que fez nossas conversas serem bem interessantes. No intervalo, a mãe dela, que trabalhava do lado do curso, foi ver a Mari e se surpreendeu quando me viu com ela. 'Já arranjou uma amiga?', ela perguntou, surpresa, o que era normal, já que a Mari é bem quieta e talz. Depois daquele primeiro dia ficamos cada vez mais amigas e os nossos gostos e opiniões em comum (além da diferença de apenas 2 semanas entre nossos aniversários) nos fez nos auto-intitularmos gêmeas, apesar da diferença de um ano entre nós... Eu chamo ela de 'gêmea com 1 ano a menos' e ela me chama de 'gêmea com 1 ano a mais'... Ah, sim, no curso nós nos juntamos com a Marina D. e com a Mônica, sendo que eu e a Mari D. éramos as bagunceiras da turma e a Môni e a Mari as sabe-tudos(pelo lado positivo!)!
No 2° semestre de curso, como era a mesma professora do ano anterior, a nossa querida prof Tati, eu e a Mari fomos as únicas apresentadas aos novatos da sala, sob o título de 'as gremistas da turma', já que estávamos sempre com alguma coisa do Grêmio e os nossos trabalhos eram sempre sobre o tricolor. Por falar em Grêmio, nós duas já fizemos várias loucuras juntas mas a maior e mais rídicula foi em 2007, quando fomos com a mãe dela no hotel em que os jogadores do Grêmio estavam hospedados para o jogo contra o Juventude, aqui em Caxias. (Não sei como, mas a Mari e a mãe dela sempre descobrem onde os jogadores estão quando veem pra cá.)
Bom, fomos nós três pro hotel. Eu e a Mari quase não parávamos em pé, puro nervosismo. E quando íamos pegar algum autógrafo, mal falávamos, sendo que tinhamos milhares de coisas para falar pra eles. Deixamos até a mãe da Mari nervosa. Por culpa do nosso nervosismo não aproveitamos todo o tempo que o Tcheco ficou ali no saguão, subitamente perdemos a fala. 'Eles são pessoas normais', diziam o Christopher, que trabalhava no hotel, e um outro torcedor que estava por ali. Dava pra ver na cara dos dois o quanto eles achavam nosso nervosismo engraçado. Nós sabíamos que os jogadores eram de carne e osso como nós, mas foi inevitável ficar nervosa, quer dizer, como que a gente não ia ficar nervosa com os nossos ídolos ali do lado? O Tcheco, Diego Souza, Pereira... Era impossível! Isso que o Saja, o Galatto e o Mano Menezes não desceram, senão pobres coitados... Ou nós íamos pular em cima deles ou ter um ataque do coração... (Acho mais provável a 2ª opção) E pra completar a nossa tarde, um mexicano que estava no hotel foi lá pedir pra tirar uma foto das 'brasileiras' pra mostrar pros amigos... (Eu e a Mari odiamos tirar fotos, mas a gente não tava pensando muito bem aquele dia e fomos facilmente convencidas.)

É, eu e a Mari fizemos alguns fiascos juntas. (Devo confessar que a maioria das vezes quem fazia o fiasco era eu, ela só tava junto, coitada!) Temos tantas histórias juntas, nesses apenas 3 anos de amizade... Descobrimos que nossos pais são parecidíssimos em alguns pontos e conseguimos unir nossas famílias: nossos pais são amigos, nossas mães são amigas e nossos irmãos também (apesar de eles serem extremamente tímidos e só nos empurrando um pro lado do outro pra eles conversarem...). A mãe dela seguidamente diz que só pode ser destino nós termos nos encontrado, somos muito parecidas (intelectualmente, não fisicamente). Ah, esqueci de dizer, logo que conheci a Mari falava dela pra todo mundo, teve até uma amiga minha que ficou com muito ciúmes... Isso até ela conhecer a Mari, aí ficaram boas amigas. =]

Nunca brigamos pra valer, só uma vez que nos desentendemos (burrada minha, magina, né?), mas tudo voltou às boas logo (ainda bem!). Acabou o curso ano passado (que eu só terminei de fazer porque ela insistiu, senão tinha desistido na metade...), moramos em lados opostos na cidade, mas é pra isso que serve a internet e o telefone, né? Vamos continuar nos comunicando através de códigos por orkut e desabafando as maluquices no msn (isso quando ela entra, o que é difícil...), afinal não fomos simplesmente colegas, nem mesmo só amigas, nós somos quase irmãs!

Ah, e aqui tá uma música que eu sei que ela gosta e que diz tudo...


Ah, feliz niver, Mari! =]

4 comentários:

Wagner Lopes disse...

Oi Ana!
Cheio de mudanças por aqui.. :)
Estou sorteando 5 trabalhos meus. Da uma olhada lá no meu blog
Bjs

Marcus disse...

sempre tem um amigo q a gente conhece, q gosta da mesma coisa q a gente, pensa igual...
eh muito bom ter amigos asim

Marina disse...

aaai Anaaa... tu sabe me emocionar...
é muito bom relembrar de todas essas coisas e saber que COM CERTEZA teremos mais MUITAS histórias para contar...
te aaaamo gêmula com um ano a menos...

Patrícia A. disse...

Nossa, é super bom ter amigos assim. O melhor de tudo é adotá-los como irmãos e poder confiar de olhos fechados. Que essa amizade dure muito tempo, assim como desejo para as minhas.
Beijo ;*