sábado, 19 de junho de 2010

Apanhador Só

Entre Cartolas, Frank Jorge e Superguidis, além de bandas clássicas (pra mim) que vez por outra eu lembro de escutar, há uma banda que eu não paro de ouvir: Apanhador Só.
Conheci a banda há uns dois anos, ou mais, através da música "Maria Augusta". É o tipo de música que tem aquele embalo diferente e que facilmente toma conta de quem escuta. Na época, baixei uma música ou outra, as que encontrei, porque a banda era nova, não tinha muito material por ai. Vez por outra escutava a meia dúzia de músicas que tinha baixado e, assim que elas terminavam de tocar, eu apertava o 'play' mais uma vez e ouvia, com o maior prazer, aqueles 20 minutos de Apanhador Só mais uma vez. E outra. E outra. E mais uma.
Não sei exatamente como ou porquê, mas esses dias me vi descobrindo que eles finalmente lançaram o primeiro CD e que estava à disposição pra download no site deles. Fui lá e baixei. Não pude ouvir na hora, e esqueci por uns dias. Assim que lembrei, ouvi e... foi-se, não passo um dia sem ouvir. É MUITO bom. Acreditem!
Uma das características principais, senão a principal, da banda é a percursão. Eles usam tudo que é tipo de coisa pra tocar. Fazem até bicicleta de instrumento, entre outras coisas. E toda essa inovação deixa as músicas surpreendentes, independentemente de quantas vezes são ouvidas. Vamos roubar uma parte da reportagem alheia para descrever o CD, é muito mais prático e compreensível que qualquer palavra minha (ouvir mil vezes as mesmas músicas te faz uma fonte não-confiável quando o assunto é a banda que as toca):
"Assim, ao longo do disco homônimo é possível encontrar sons de máquina registradora e projetor de filme, como na faixa “Um Rei e o Zé”; em “Pouco Importa”, Carina toca grelha de churrasco; em “Maria Augusta” tem pato de borracha, panela, chave de roda, sineta de recepção e apito; “Peixeiro” são interruptores de luz e sons eletrônicos; “Bem-me-leve” tem roda de bicicleta (a que está na capa do disco) e sineta de recepção; em “O Porta-retrato”, furadeira; “Balão-de-vira-mundo” traz balão de aniversário; “Jesus, o Padeiro e o Coveiro” tem som de lata de rolo de filme e sineta de recepção; em “Origames Over”, fita adesiva, grampeador, papel rasgado e panela; “Vila do ½ dia” tem sacola plástica; e, finalmente, “E Se não Der?” tem som de móbile de chaves." (Fonte)
De acordo com a mesma reportagem, o inventor do diferente nome não explica a origem do mesmo. Teve que encontrar um nome pra inscrever a banda num concurso da escola rapidamente e apareceu esse, sem maiores detalhes. (Tenho pra mim que, de uma forma ou outra, alguém apareceu com o livro ou ele conhecia, o nome é inspirado no livro "Apanhador só no campo de centeio". Repito, é teoria minha, nada confirmado.) Eu poderia falar mais a respeito da banda e coisa e tal, mas eu só irei repetiEnfim, r inúmeras vezes, de formas variadas, que a banda é muito boa e que eu não paro de ouvir. Tudo que eu digo é: ouçam e baixem o CD.












4 comentários:

Erica Ferro disse...

Seerig, tens razão. É uma ótima banda!
Banda que tem uma 'levada' gostosa, criativa, com letras muito interessantes... Enfim, não acho que tenho muito mais a dizer.
Até queria dizer que gostei de uma música em especial, mas não consigo. Eu gostei das cinco músicas de formas diferentes.
'Apanhador só' me pegou, hehe. Vou baixar o CD.

Tenho outra teoria sobre o nome da banda, mas deixa quieto. =P

Luna Sanchez disse...

Não conhecia, vou ouvir agora, que a tua propaganda me deixou animada!

^^

Beijo, beijo.

ℓυηα

Yasmin c.k. disse...

Muito bom mesmo, eu vi você ou a Érica falar no twitter e tinha ficado curiosa, passei por aqui e me deparo com os videos, muito criativo tocar vários tipos de "coisas" como instrumentos, a levada é muito boa. Você sempre falando de bandas e músicos novos (ou não) e muito bons.

Vitória Kubitz disse...

Já tinha visto uns tweets seus sobre a banda,mas não tinha ouvido ainda.
Vou ouvir Maria Augusta,mas pelo o que você escreveu,achjo que é o meu estilo de banda,rs.
:**