domingo, 25 de dezembro de 2011

Os irmãos corsos

Um viajante de passagem pela Córsega conhece Luciano De Franchi e sua mãe, donos da casa em que se hospeda. Além dos costumes e tradições dos corsos, ele conhece também as histórias da família De Franchi. De acordo com Luciano, os homens da família costumam receber a visita de parentes recentemente mortos e o anúncio de sua própria morte de antepassados. 
Instalado no quarto do irmão gêmeo de Luciano, Luís, que estuda Direito em Paris e, ao contrário do irmão, não aprova os costumes corsos, o hóspede percebe o quão diferentes são os irmãos. Durante um jantar, presencia uma cena de preocupação da mãe e do irmão com relação a Luís, descobrindo então que os dois nasceram ligados e foram separados em uma cirurgia e, por causa disso, compartilham sentimentos, o que explica a ansiedade de Luciano, que tem sentido a angústia que o irmão, em solo francês, tem sentido. 
Quando volta a Paris, o viajante é encarregado de entregar pessoalmente uma carta a Luís, com quem se surpreende ao perceber a semelhança incrível com o irmão. Inevitavelmente travam amizade e o viajante logo se vê tão de confiança de Luís De Franchi que é chamado para ser seu padrinho em um duelo. 
Uma história simples e encantadora que mostra que dois irmãos, iguais na aparência e completamente diferentes na forma de pensar, são unidos por tradições familiares e o amor fraternal que respeita e defende a diferença do outro. Com seu jeito único de escrever, Dumas narra uma belíssima história que tem por base única a família, uma instituição que por vezes não é tão belamente descrita e respeitada nos livros. 



4 comentários:

Pandora disse...

Eu amo histórias de irmãos, talvez pq seja muito ligada aos meus, eles são quase que uma parte de mim, esperei pelo dois, sonhei com Rafaela, sou apaixonada por Júnior, mesmo quando ele me aborrece até a morte kkkk...

Nem precisa dizer que amei a resenha néh Dona Ana??? Obrigada Ana, por também ter feito desse mês de Dezembro de 2011, um mês especial!!!!

Cheros minha amiga!!!

Erica Ferro disse...

Ohn, parece ser um livro adorável...! *-*

Vejamos quando é que criarei vergonha e conhecerei essa história na íntegra.

Bela resenha, gaúcha meiga.

Dayane Pereira disse...

Oi Meiguinha!
Quem sabe eu leia esse livro, pois gostei da resenha, e gosto de histórias de família, que não fica só no romance homem x mulher.
Bjs

Bruno Gaspari disse...

Tenho fé que um dia ainda vou gostar
de ler...
Não me refiro aos seus posts, mas
a leitura de textos em geral...
Eu tento escrever rs acho que
consigo alguns pontos assim,
já que não tenho paciência para
ler textos grandes... Não pense
que sou preguiçoso, apenas li
muitos livros chatos na adolescência
e acho que isso me traumatizou...
Mas eu li algumas postagens suas,
gostei de todas, estou curtindo
o blog e o estou seguindo.

Aproveito pra desejar um Feliz 2012
e deixo o convite para que visite
o meu blog quando você tiver tempo,
sem compromisso, garanto rs;)

Abraço!

Bruno